Archive for dezembro \28\UTC 2009

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28 de dezembro de 2009

Estamos de férias até o dia 1/02.

Agradecemos a todos que nos acompanham diariamente. Aguardem, mudanças em breve.

Um Feliz Ano Novo para todos!

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Admirar ou comer?

16 de dezembro de 2009
Adriana Cortez

Eles encantam convidados em casamentos e festas, delicados parece mais parte da decoração. As pessoas passam e ficam maravilhadas, passam um tempo admirando até decidir come-los. Os doces que seguem essa linha geralmente são modestos no tamanho, mas bem generosos no sabor.

Depois de um bom tempo contemplando-os experimentamos sabores únicos e o que era bonito se torna delicioso. Servidos na hora do café deixam de ser coadjuvantes e se tornam o ator principal. Agora eles também viraram presente quando embrulhados em papel colorido e metálico.

Separamos a receita do mais famoso tipo desse docinho: a trufa de chocolate.

Ingredientes
450g de chocolate meio amargo cortado finamente
320ml de creme de leite
1 colher (chá) de essência de baunilha
½ colher (chá) de sal
Cacau em pó para empanar

Modo de preparo
Em uma frigideira pequena, aqueça o creme de leite até começar a ferver. Despeje sobre o chocolate sem mexer. Cubra a tigela com filme plástico e deixe descansar por 10 minutos. Retire o filme plástico e mexa até ficar homogêneo. Acrescente a baunilha e o sal. Ponha em um prato de aproximadamente 20 centímetros de diâmetro. Cubra novamente com filme plástico e deixe na geladeira por 3 horas.

Com uma colher de chá, faça pequenas porções com a massa de chocolate e coloque-as em cima de uma folha de papel manteiga. Cubra a palma das mãos com o cacau em pó e faça bolinhas. Depois de enroladas, leve as trufas para a geladeira por mais 15 minutos. Para armazenar, cubra com filme plástico e refrigere por até duas semanas.

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Sorvetes terapêuticos

15 de dezembro de 2009
Adriana Cortez

Quando se pensa em sorvete, logo vem na cabeça um dia quente e estressante. De acordo com uma sorveteria espanhola o sorvete pode mesmo aliviar o estresse. Em agosto eles lançaram 12 sabores de sorvetes chamados de terapêuticos. No caso do estresse recomenda-se o valeriana, feito com erva cidreira e tília, o de erva doce é recomendado para reduzir gases. Logo em seguida, em outubro, pesquisadores da Nova Zelândia divulgaram uma pesquisa para desenvolver um sorvete que ajudaria a combater os efeitos da quimioterapia. A pesquisa ainda está na fase de testes clínicos, mas comprova que a sorveteria não está inventando moda para o verão europeu.

Chamado de “Recharge” – recarga, em inglês – o produto em pesquisa contém princípios ativos derivados do leite que podem aliviar a diarréia e a falta de apetite sofrida pelos pacientes que passam pela quimioterapia. No Brasil, a sorveteria Taperebá, em São Paulo lançou 5 sabores de sorvetes que ajudam a saúde.

O sorvete de laranja, cenoura e gengibre estimula o bronzeamento, já a banana e a água de coco, ambas contêm potássio, misturadas com graviola combatem câimbras. O abacate com nozes fornece gorduras monoinsaturadas e ajudam na saúde do coração, mas esse sabor tem um porém: é preparado com alimentos calóricos e por isso deve ser consumido com cuidado, pois seu excesso pode causar problemas no sistemas cardiovascular.

Outra opção interessante é o açaí e beterraba fontes de ferro juntamente com o suco de laranja, fonte rica em vitamina C, combatem a anemia e ajuda na absorção do mineral. O mel com gengibre é considerado anti – inflamatório.

O sorvete é considerado um alimento saudável e pode ser indicado para compor uma dieta equilibrada, mas sua comprovação científica ainda está distante. Os especialistas em nutrição não acreditam que o sorvete possa prevenir e tratar diversos males, mas o consumo pelo menos alivia a consciência.

 Sorveteria TaperebáRua Macuco, 703 – Tel.5052-0330

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Iogurte invade as refeições

14 de dezembro de 2009
Adriana Cortez

Quando você vai ao supermercado e encontra uma imensa variedade de iogurtes não imagina quando eles surgiram. Esse alimento nutritivo nasceu inicialmente na Bulgária e Turquia há 4.500 anos e é citado na Bíblia. No início só existiam os naturais e hoje são encontrados em diversos sabores, com pedaços de frutas e granola. Presentes principalmente no café da manhã, o iogurte dominou todas as refeições sendo bem vindo principalmente por causa do clima quente, já que ele é super refrescante.  

Derivado do leite, o iogurte é feito a base de nata, açúcar e lactobacilos vivos, sendo uma rica fonte de cálcio, zinco e vitaminas A e complexo B. Os restaurantes mais badalados já o incluíram em seu cardápio, os chefs transformam o iogurte em acompanhamento de carnes e na composição de molhos.

Separamos uma receita de molho de iogurte com hortelã para você temperar sua salada, que é muita bem vinda nesse verão.

Molho de iogurte com hortelã
1 pote de iogurte desnatado
 1 colher (sopa) de hortelã fresca picada
1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino
 1 colher (sobremesa) de suco de limão
 1 colher (chá) de azeite
 sal a gosto
 água (suficiente para diluir)

Modo de preparo
Misture bem todos os ingredientes e acrescente a água no final, para tornar a consistência mais diluída.

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Biscoitos de Natal

11 de dezembro de 2009
Adriana Cortez

A imensa variedade de biscoitos de Natal é feita principalmente na América do Norte devido às tradições locais e familiares de troca de presentes. A cultura do biscoito surgiu nos anos 30 e se mantém firme até os dias de hoje, especialmente entre as crianças, já que elas tem o costume de deixar biscoitos e leite para o Papai Noel na véspera do Natal, como um agrado na hora de entregar os presentes.

Os biscoitos são feitos em formatos de figuras natalinas, como botas, árvores de natal, renas e o mais famoso deles, o Gingerbread man (formato de homenzinho). Ele surgiu nos EUA e existe uma lenda que conta como foi feito o primeiro homenzinho.

Diz à lenda que uma mulher fazendeira cozinha um biscoito de gengibre em forma de uma pessoa e o decora com olhos, bocas e botões. Quando ela tenta comê-lo junto com seu marido, o biscoito cria vida e diz “não me coma!”, e sai pela janela gritando: “corra, corra, corra o máximo que puder. Você não me pega, eu sou o homem biscoito de gengibre!”. A família sai correndo atrás dele pela floresta e vários animais também tentam comê-lo. Quando ele tenta atravessar o rio, pede ajuda a uma raposa que o leva em seu focinho e tenta nadar até a outra margem, porém, com o rio ficando mais fundo, a raposa lança-o no ar para então, comê-lo.

O Gingerbread man é tão famoso nos EUA que criou vida nas animações da Dreamworks no filme Shrek

Retiramos do site da Folha de São Paulo uma receita de biscoitos de natal, quem sabe colocando-os na janela o Papai Noel não vai trazer mais presentes.

Glacê real – ingredientes

:: 2 claras de ovo
:: 250 g de açúcar de confeiteiro impalpável
:: 1 colher (sopa) de suco de limão coado

Modo de fazer:

1. Coloque as claras com duas colheres de açúcar na batedeira, em velocidade baixa
2. Vá acrescentando o açúcar aos poucos e o suco de limão. Bata por dez minutos
3. Guarde em recipiente totalmente fechado e, enquanto estiver usando, cubra com um pano úmido

Massa – ingredientes 1. Em uma vasilha, coloque 1 xícara (chá) de açúcar, 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo, 1/2 colher (chá) de fermento e uma pitada de sal. Misture com as mãos.

2. Junte 200 g de manteiga gelada, um ovo e misture mais. Embrulhe a massa em filme plástico e leve à geladeira por 30 minutos.

3. Com um rolo, abra a massa e corte os biscoitos utilizando as forminhas. Polvilhe-os com açúcar e leve-os ao forno médio por cerca de dez minutos.

4. Deixe esfriar sobre uma grade. Para decorar, adicione corante em gel à pasta americana e abra-a com ajuda do rolo. Passe geleia ou glacê no biscoito e cubra-o com a pasta.

5. Se preferir usar glacê, espalhe-o com as costas de uma colher sobre todo o biscoito e decore com confeitos.

6. Outra opção é desenhar sobre o biscoito com glacê, usando um bico de confeiteiro. Depois de pronto, guarde os biscoitos em lata fechada por uma semana.

Onde encontrar:

Barra Doce  – www.barradoce.com.br – tel.5543-6652
M. Dragonetti – www.dragonetti.com.br tel. 3846-8782
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Nativo do Brasil

10 de dezembro de 2009
Adriana Cortez

Você conhece o mel de abelhas indígenas sem ferrão? Ele é um líquido amarelo claro, translúcido, ácido e levemente adocicado, bem diferente do mel denso, encorpado e extremamente doce das abelhas européias e africanas, que normalmente consumimos.

As diferenças não ficam somente no sabor, o mel das abelhas indígenas  ainda não é considerado mel. De acordo com as normas do Mercosul, só pode ser considerado mel o produto derivado de abelhas Apis melliferas (africanas e europeias), com umidade máxima de 20% e aí está a diferença. O mel de abelha indígena, Meliponíneas, tem ate 35% de umidade.  Já na quantidade mínima de açúcares redutores é exigido para a Apis 65%, já a Meliponineas é de 50%. Esses índices influenciam a vida do mel.

A novidade é que mesmo não sendo regulamentado, seu manejo foi autorizado em 2004 e muitas comunidades estão sendo incentivadas para criar esse tipo de abelha e dela extrair o mel. Mas a comercialização dele ainda é considerada clandestina.

Hoje praticamente não existe mais abelha européia por aqui, apenas a africana e mesmo que esse tipo de abelha produzá mais o mel indígena vale dez vezes mais porque tem um gosto diferente e de acordo com o Instituto Adolfo Luz possui mais antibióticos.

Se o problema é a umidade alguns produtores optam pela desumidificação, orientação dada por órgãos estaduais, o que gerou uma grande polêmica pois muitos acreditam que com esse processo ele perde a autenticidade. Quando a desumidificação é feita pelo processo de aquecimento há outro porém, o mel perde o valor nutricional e seus antibióticos naturais.

O problema para legalizar o mel da abelha indígena não é técnico, é só uma questão de boa vontade. Até agora nada foi resolvido por causa de uma lei muito comum no Brasil, a leio do menor esforço.

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Especialidade privada

9 de dezembro de 2009
Adriana Cortez

No dia 9 de dezembro os países da União Européia decidiram conceder a pizza napolitana ou marguerita o título de “Especialidade Tradicional Garantida” (STG, na sigla em inglês).

O STG será denominado apenas aos fabricantes mais fiéis as exigências européias. Os outros poderão apenas usar o nome napolitana, mas sem o título. Os produtos congelados estão excluídos, pois ser assada em forno a lenha é uma característica a ser considerada pelo STG.

Outras características para decidir se a pizza é a verdadeira napolitana são: o pizzaiolo, a borda realçada de cor dourada, típica dos produtos cozinhados ao forno; a massa macia e a combinação única de ingredientes: tomate, mussarela de búfala, azeite, sal e alfavaca fresca para a “margarita”; ou tomate, orégano e alho, em outra versão.

O nome napolitano vem da cidade em que nasceu Nápoles, e o marguerita devido ao nome da primeira rainha da Itália unificada, Margarita de Saboya. Desde que foi criada em 1889 seus ingredientes, tomate, mussarela e alfavaca, formam as cores da bandeira nacional.

Hoje a Itália possui 25 mil pizzarias que empregam 150 mil pessoas, e um volume de negócios anual de 5,3 bilhões de euros. De acordo com o  ministro italiano de Agricultura, Luca Zaia, a decisão foi uma grande vitória para o país. “Há muito tempo é imitada com produtos que nada têm a ver com a verdadeira pizza napolitana”.