Archive for fevereiro \28\UTC 2010

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Pão de banana frutado

28 de fevereiro de 2010
Adriana Cortez

Para um começar a semana com o pé direito, nada melhor que um delicioso café da manhã na segunda-feira. Experimente o Pão de banana frutado

Ingredientes: 1/2 xícara (chá) de damascos secos
1/3 xícara (chá) de suco de laranja
1 tablete de manteiga sem sal
1 1/3 xícara (chá) de farinha de trigo
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de sal
3/4 xícara (chá) de açúcar
Raspas de uma laranja
2 ovos grandes
3 bananas nanicas maduras e amassadas
1/2 xícara (chá) de castanhas variadas picadas
1 colher (sopa) de açúcar demerara

Modo de preparo: Corte os damascos em cubos. Coloque-os em uma panela junto com o suco de laranja. Deixe ferver e, em seguida, retire do fogo. Reserve até que os damascos tenham absorvido o líquido por completo, por cerca de 1 hora.

Aqueça o forno à temperatura de 160ºC. Coloque uma assadeira no forno. Unte com óleo uma forma de pão (22cm x 12cm). Derreta a manteiga no microondas e reserve.

Em uma tigela, junte a farinha de trigo, o fermento em pó, o bicarbonato de sódio e o sal. Reserve. Em uma tigela grande, misture o restante da manteiga, ¾ de xícara de açúcar e as raspas de laranja. Misture os ovos, um de cada vez, em seguida amasse as bananas, os damascos e as castanhas. Despeje a mistura de farinha, um terço de cada vez, misturando bem depois de cada adição. Coloque a massa na forma e polvilhe por cima o açúcar demerara. Leve ao forno por cerca de 1 hora. Coloque a forma sobre uma grade para esfriar. Para servir, remova o pão da forma e corte-o em fatias finas. Sirva em temperatura ambiente.

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Restaurant Week São Paulo

25 de fevereiro de 2010
Adriana Cortez

A partir de 1 de março até 14 de março acontece mais uma vez em São Paulo a maratona gastronômica mais esperad pelo público com mais de 200 restaurantes.

Os estabelecimentos vão oferecer um menu a R$ 27.50 no almoço e R$39.00 no jantar com entrada, prato principal e sobremesa mais R$1.00 para a Fudação Ação Criança.

Na sexta edição do evento, o público degustará maravilhosos pratos de alguns dos restaurantes mais renomados da cidade. De norte a sul, São Paulo contará com diversas novidades, como as sugestões de harmonização da cerveja Baden Banden e do vinho Nedenburg com cardápio dos restaurantes.  Outra novidade é a participação das grandes pizzarias da cidade, como a Speranza.

Grandes nomes vão patrocinar o evento, como a Sodexo, Nespresso e o Azeite Andorinha, além da Prefeitura de São Paulo e o SPTuris.

A lista completa dos restaurantes no site do evento: http://www.restaurantweek.com.br

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Origem das bebidas – Cachaça

23 de fevereiro de 2010
Adriana Cortez

A cada semana você áprenderá um pouco da história das bebidas, da pinga ao sake. Tradição, condições climáticas e aspectos culturais transformam bebidas em referências geográficas. No mapa da cultura etílica é impossível separar o Brasil da cachaça e hoje você vai saber um pouco da sua história.

Conhecida popularmente como “A água-que-passarinho-não-bebe”, a cachaça é um destilado genuinamente brasileiro e os primeiros registros remotam o tempo da colonização portuguesa. Sua definição é regulada pelo governo: cachaça é denominação típica e exclusiva da aguardente de cana-de-açúcar produzida no Brasil, com graduação alcoólica de 38 a 48% em volume, a 20ºC. As canas que passam por um período de envelhecimento em barris de madeira (carvalho e umburama, entre outras) ficam amarelas e com um perfume intenso. Qual é a ideal para preparar a típica caipirinha? Como diz o ditado, a voz do povo é a voz de Deus, e o povo declara que as escuras são sempre bebidas puras, já as claras são para as misturas.

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Bacalhau ao forno

21 de fevereiro de 2010
Adriana Cortez

Ingredientes: 

500g de bacalhau
3 cebolas em fatias
3 tomates sem pele cortados em fatias
6 batatas médias cortadas em rodelas
1 pimentão vermelho cortado em rodelas
salsinha picada
10 azeitonas verdes
½ xícara de chá de azeite de oliva

Modo de Preparo: Coloque o bacalhau em um recipiente, cubra com água e deixe de molho por 24 horas, dentro da geladeira. Durante esse período, troque a água várias vezes para eliminar o sal.

No dia seguinte, enxágue o bacalhau e coloque-o em uma panela com água suficiente para cobri-lo. Deixe ferver, tomando cuidado para que não amoleça demais. Em seguida, separe-o em nacos grandes. Cozinhe as batatas na mesma água em que foi cozido o bacalhau. Em um refratário de vidro, coloque os ingredientes por camadas. Salpique a salsinha, coloque as azeitonas e regue com azeite. Leve ao forno médio por 30 minutos.

Importante: o bacalhau deve ficar de molho por 24 horas, antes do início do preparo. Durante esse período, troque a água várias vezes para eliminar o sal.

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Arroz Vermelho

18 de fevereiro de 2010
Adriana Cortez

Pouco conhecido, o arroz vermelho é servido com suã, a vértebra de porco. Cultivado no Vale do Piancó, na Paraíba, hoje ele tem sido lavrado também no Vale do Paraíba, em São Paulo. A diferença desse arroz para o comum é o seu tempo de cozimento, o vermelho demora mais. A duração do alimento também é diferente, dura cerca de 90 dias.

Mesmo sendo chamado de arroz vermelho, sua cor é amendoada, assim como o sabor. No Maranhão, onde existe grande produção, é chamado de arroz da terra, os grãos são integrais e arredondados.

A tradição do arroz vermelho na cidade de Cruzeiro é antiga, vem do século 18. Na época, conhecida como Caminho do Ouro, os tropeiros cruzavam a cidade indo a Minas Gerais ou Paraty e, quando paravam para descansar comiam o arroz vermelho com a carne rejeitada pelos fazendeiros.

Esse tipo de arroz chegou ao Brasil com os portugueses e se espalhou pelo país, sendo predominante no Maranhão. Um dia a Coroa portuguesa precisou de grande quantidade de arroz branco então proibiu a produção do vermelho no Brasil. Desse modo a produção do vermelho foi mantida apenas em regiões semiáridas como o Vale do Piancó na Paraiba.

Hoje o arroz é encontrado, mas não em grande quantidade apesar de São Paulo estar investindo na produção e a primeira safra já estar pronta. O plantio no Vale do Paraíba foi fruto de diversas pesquisas lideradas por técnicos do IAC (Instituto Agrônomo de Campinas), e da colaboração de dez produtores.

O Vale do Paraíba já é o maior produtor de arroz irrigado do Estado, e agora também investe no plantio de arroz arbóreo, koshinikare, moti, preto e, agora, no arroz vermelho, muito usado pela culinária local.

Cultivada no Vale do Paraíba, a variedade tem chamado atenção de fornecedores e chefs de cozinha como Alex Atala, que esteve em Guaratinguetá, durante um workshop sobre arroz negro. “Os produtos do Vale são de grande qualidade. O gosto de cereal do arroz vermelho é muito potente”.

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No ponto!

16 de fevereiro de 2010
Adriana Cortez

Diz à lenda que a polenta é um prato difícil de ser preparado, mas segundo especialistas o segredo é misturar a farinha aos poucos, em panela funda com água, mexendo constantemente para evitar a formação de grumos. Para assustar ainda mais os marinheiros de primeira viagem dizem que existe uma farinha de milho específica para se usar. 

O preparo não exige nenhum manual específico, apenas cuidado e tempo. É uma receita fácil de ser preparada até no café da manhã e vai muito bem com maple syrup.

Para facilitar o processo comece com uma mistura semi-líquida de farinha de milho e água, batida muito bem antes de levar ao fogo. Coloque a mistura em uma panela e deixe cozinhar em fogo baixo, adicione água aos poucos até obter uma massa homogênea e leve. Deixe cozinhar até a farinha de milho perder o gosto de cru.

Uma farinha mais grossa demora 30 minutos para cozinhar, a que tem um grão mais fino basta apenas 15 minutos. Quando a polenta estiver macia e na consistência desejada – como o creme de leite – adicione pimenta do reino, queijo parmesão ralado e manteiga.

A polenta se adapta a muitos acompanhamentos, você pode servi-la com lingüiça, carne suculenta, cogumelos salteados, legumes assados ou outro prato que leve molho.

 

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Delícias para enfrentar o calor

13 de fevereiro de 2010
Adriana Cortez

Nesse verão o que as pessoas mais procuram é um modo para fugir desse calor, seja se refugiando em uma sombra ou tomando um gigantesco copo de água.

Apesar de a água ser a primeira opção, existem outras saídas refrescantes como água de coco, sucos, refrigerantes e lógico os clássicos sorvetes.

Para quem gosta de algo bem mais gelado as opções em alta são os Milk-shakes e os smoothies. Preparados de forma prática, no liquidificador, podem ser feito em casa. Com certeza não ficará igual ao das sorveterias e lanchonetes, já que estas usam máquinas específicas que batem e gelam simultaneamente o líquido, mas apesar da textura diferente, o sabor será igual. Mesmo com os ingredientes simples os dois tipos gelados possuem algumas diferenças.

O Milk-shake é feito com sorvete, leite e de acordo com o gosto calda para decorar. Possui uma consistência densa e cremosa por causa do sorvete, geralmente feito à base de muita gordura. Sendo assim a bebida tem alto teor calórico.

Já o smoothie é feito com frutas, frozen yougurt (sorvete de yogurt) ou sorbet (sorvete à base de água). A bebida surgiu na década de 70 nos EUA e no começo era uma mistura de suco de uma fruta batido com outras frutas frescas. Em 1990 mudaram sua fórmula e o smoothie transformou-se em uma bebida mais encorpada feita com os ingredientes hoje conhecidos.

Para fazer um bom smoothie em casa existem alguns segredos: a cremosidade vem das frutas congeladas, escolha as suas preferidas, corte e congele, retire as frutas do freezer e espere 15 minutos antes de utilizá-las, na falta do frozen yogurt, use iogurte natural firme e bem gelado. Algumas receitas a seguir:

Smoothie clássico
1 xícara de morango congelado
1 banana nanica congelada
1 pote de iogurte natural
Suco de 1 limão tahiti

Smoothie martinica
½ xícara de morango congelado
½ xícara de amora congelada
½ xícara de framboesa congelada
1 banana nanica congelada
2 potes de iogurte natural light
Calda de frutas vermelhas para decorar

Smoothie santorini
2 xícaras de melancia picada
1 xícara de morango congelado
2 bolas de sorbet de limão (sorvete à base de água)
Calda de frutas vermelhas para decorar

Milk – shake –  3 bolas de sorvete de chocolate , 2 e 1/2 xícaras de leite gelado, 1 colher (chá) de essência de baunilha, cobertura de chocolate ou outro sabor.