Archive for fevereiro \16\UTC 2011

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Você aceita uma cerveja checa?

16 de fevereiro de 2011
Adriana Cortez
 
Pilsner Urquell – A cerveja perdeu parte de seu brilho por questões comerciais e o transporte entre os países – sempre penoso. Mas continua sendo a melhor do estilo entre as importadas disponíveis por aqui. Bela combinação entre malte, que confere notas de biscoito e adocicadas, e lúpulo, com elementos cítricos e algo herbais. Amargor destacado, bastante superior a boa parte de nossas ditas pilsens. Outra marca da Importbeer
Primator Weizenbier – Uma das tentativas de produtores checos da cidade de Náchod de fugir da dupla pilsen/dark lager com uma weissbier de estilo alemão. Notas de banana e cravo suaves no aroma e sabor. Os dois elementos, porém, poderiam aparecer de forma mais intensa, com um pouco mais de corpo, mesmo em um estilo que prevê cervejas mais suaves. Vendida pela Importbeer (http://www.ibeer.com.br/)
Czechvar – A Budvar checa, que, nas Américas, tem de mudar de nome pela briga de patentes com a Budweiser. Também uma boa cerveja, com bom amargor e balanço entre malte e lúpulo. Mas perde um pouco em intensidade e complexidade para a Urquell. Vendida na Uniland (http://www.uniland.com.br/)
1795 – Produzida em Ceské Budejovice, como a Czechvar, segue a mesma receita de equilíbrio entre malte e lúpulo, com amargor mais moderado que o da Urquell, mas bastante presente. Comercializada pela Bier & Wein (http://www.buw.com/)
Starobrno – Produzida na cidade de Brno, segue a linha da 1795, com amargor mais moderado e mais fácil de beber, mas mantém boas notas de malte e lúpulo no sabor. Vendida também pela Importbeer
Brouczech – Produzida na cervejaria Nova Paka, tem amargor afiado e boa base de malte. Trazida pela Importbeer
Lucan – Produzida na cidade de Zatec, lar do lúpulo homônimo, mais conhecido como Saaz. Pilsen com 5,4% de teor alcoólico e bom amargor, mas mais puxada para o malte. Trazida pela Importbeer

Fonte: Jornal Estado de S. Paulo / Caderno Paladar

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Peixinho grego

16 de fevereiro de 2011
Adriana Cortez

 Você já comeu peixe cozido no molho de tomate? Tipíco prato grego, pode ser feitos de muitas formas:  com farofa de pão, com pimentão vermelho, ou vegetais aromáticos; mas todas elas aparentam ser absurdamente complicadas.

Com esse calor de ninguém gosta de ficar na cozinha, do lado do forno esperando o peixe cozinhar e acredite, isso pode levar horas e horas. Mas tambémesperar até o inverno para comer o delicioso peixinho grego não dá. Assim, algumas mudanças foram feitas e surgiu uma nova versão da receita.

Em vez de cozinhar os tomates, prefira mariná-los, da mesma forma o peixe, é melhor grelhar ou assar.  Resultado: nem o peixe nem os tomates deram trabalho.

Comece com os tomates, embebendo-os em azeite, vinagre, alho, pimenta jalapeño e orégano. Enquanto esses ingredientes liberam seus sucos, volte sua atenção para o peixe.

Robalo, badejo ou mesmo truta são boas opções. Escolha um de tamanho médio, ou dois, de preferência comprando no mercado local e obviamente fresco. Se o seu peixeiro for bom, peça a ele para limpar e tirar as espinhas. Se não, apenas limpe e tire a barrigada. Recheie com fatias de limão e tomilho e asse ou grelhe até a pele ficar crocante.

Quando o peixe estiver no ponto, os tomates terão virado um molho adocicado, semelhante a vinagrete. O gosto picante complementando perfeitamente a fragrância deste peixe de pele crocante.