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Hot – dog

23 de novembro de 2011
Adriana Cortez

Açaí, manga, repolho, ovo, purê de batata, milho, ervilha e uva passa, esses são apenas alguns dos ingredientes que disputam junto com a salsicha o espaço entre duas fatias de pão.

Pois é, o lanche com os mais váriados ingredientes, chamado de cachorro quente, tem origem alemã, em meados do século XIX. Conta-se que Johann Georghenner, açougueiro e produtor de lingüiça, criou esse nome em homenagem ao seu cachorro, da raça basset. Tanto na Alemanha quanto nos Estados Unidos o costume é comer na rua, com cebola, chucrute e mostarda, principalmente em eventos esportivos e em estádios.

O cachorro quente tornou-se popular no Brasil em 1942, com a chegada dos americanos para as bases militares durante a II Guerra. Em três anos ele já virou parte da comida dos brasileiros, sofrendo adaptações nas cinco regiões do país. No sul ele é influenciado pela cultura alemã, no norte vem acompanhado da maionese de tucupi e do aviú, pequeno camarão de água doce. Já no sudeste vale tudo: batata palha, purê de batata,vinagrete, ervilha, milho.

O pão é outro segredo para o sucesso, os mais comuns são o tipo hot dog, de massa doce, ou a baguete para um sanduíche mais crocante.

Os tipos de recheio no Brasil

Norte: cachorro-quente com maionese de tucupi, aviú (pequeno camarão de rio), ervas como chicória e jambú, açaí entre outros ingredientes típicos da região.

Nordeste: normalmente servido com uma ou duas salsichas, tem opções com milho, ervilha, batata palha, requeijão, molho vinagrete (tomate, cebola, pimentão e coentro com azeite de oliva e vinagre), queijos cremoso e ralado. Ali, pão com pimentão verde, carne moída, tomate e cebola também é chamado de cachorro-quente.

Centro-oeste: o pequi também está presente nesta versão do cachorro-quente em forma de molhos, óleos e pimentas aromatizadas, valorizando um ingrediente peculiar desta região.

Sudeste: na região há versões de diversas regiões do Brasil. Purê de batata, milho, ervilha, queijos, ovos de codorna, uva passa, batata palha são alguns exemplos de ingredientes usados no cachorro-quente.

Sul: por conta da influência alemã, podem levar purê de batata, saborosas opções de mostardas, chucrute e raiz forte. A variedade de salsichas é grande.

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Bolo de guaraná

25 de outubro de 2011
Adriana Cortez

Ingredientes: 4 ovos, 2 xícaras (chá) de farinha de trigo, 2 xícaras (chá) de açúcar, 2 xícaras (chá) de amido de milho, 2 xícaras (chá) de guaraná sem gelo, 2 colheres (sopa) de manteiga, 2 colheres (sopa) de fermento em pó.

Modo de Preparo: Bata o açúcar, a manteiga e as claras até o ponto de clara em neve. Em seguida, acrescente os outros ingredientes e bata até obter uma mistura homogênea. Asse, em forno preaquecido em temperatura média, por cerca de 50 minutos. Utilize uma assadeira untada com manteiga e farinha.

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O ponto certo

24 de outubro de 2011
Adriana Cortez

 Se você não tem muita experiência na cozinha
ou quer um prato feito em poucos minutos, o macarrão é a melhor pedida. Mas engana-se
quem pensa que é só colocar a massa na água fervente, a delicia exige alguns cuidados para ficar no ponto certo.

1. Use 1 litro de água filtrada para cada 100 gramas de massa. E atenção: macarrão não demora para cozinhar. Veja o tempo de preparo indicado na
embalagem.
2. 10 gramas de sal é a medida ideal para cada litro de água. Mas coloque-o na água só depois de ela ferver, antes de acrescentar o macarrão. Se acrescentar antes, ela demora mais para esquentar.

3. Para saber se a massa está no ponto, corte um fio e observe se ainda é possível ver um ponto branco no meio. Está pronta quando ela estiver de uma cor só.

4. Não é necessário acrescentar azeite ou óleo na água para que os fios fiquem soltinhos. Para isso, o importante é cozinhar a massa em bastante água e mexer algumas vezes. Normalmente os fios grudam quando começam a cozinhar. É necessário soltá-los com ajuda de um garfo longo.

5. Se o macarrão não couber inteiro na panela, não é necessário quebrá-lo. Deixe metade para fora e, assim que a parte imersa na água amolecer, ele irá escorregar. Mexer com um garfo ajuda no processo.

6. Caso vá servir com o molho à parte, dissolva um pouco de manteiga ou azeite no macarrão. O mesmo serve para quando o macarrão for cozido para uso posterior.

7. Use sempre panelas grandes, com mais altura do que diâmetro, e fogão de chama forte.

8. O espaguete é o macarrão mais versátil de todos. Com ele é possível servir
do básico alho e óleo aos mais requintados e extravagantes molhos como, por
exemplo, com frutos do mar, bacalhau, trufas.

9. Se não for servir imediatamente, depois de pronta, é preciso resfriar
a massa em água gelada. Caso contrário, escorra o macarrão e misture o molho desejado. Vale guardar um pouquinho da água de cozimento para se precisar umidecê-lo.

10. Guarde o macarrão refrigerado e, na hora de servir com seu molho de
preferência, passe ele rapidamente por água fervente.

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Bruschetta doce

18 de agosto de 2011
Adriana Cortez

Ingredientes: 4 baguetes
2 bananas nanicas
12 morangos
2 colheres (sopa) de
açúcar
2 colheres (sopa) de limão
1 colher (sopa) de canela
50g de  gergelim
manteiga para untar os pães

Modo de Preparo: Pique as bananas em rodelas, lave os morangos e junte-os em uma panela com metade do açúcar e o suco do limão. Cozinhe as frutas brevemente, sem deixar que as bananas se desmanchem. Corte as baguetes em rodelas, passe manteiga e cubra com as frutas. Polvilhe o restante do açúcar e também a canela e o gergelim. Leve para assar em fogo médio até os pães ficarem dourados.

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Dez mandamentos do bom cafezinho

9 de agosto de 2011
Adriana Cortez

 Santo cafezinho! Quem não gosta de acordar com o cheiro de um bom café coado ou tomar logo depois do almoço? Paixão nacional, cada um tem um jeito de prepará-lo, mas alguns hábitos podem comprometer o sabor e o aroma. Veja os 10 mandamentos para seu cafezinho ficar de dar água na boca.

1 – Não usarás qualquer água
A água representa cerca de 90% de uma xícara de café e é o elemento que extrairá tudo o que o grão tem de melhor ao passar pelo pó. Se a água tiver muito cloro ou impurezas, seu sabor será profundamente afetado. Por isso, prefira sempre utilizar água filtrada ou água mineral.

2 – Não usarás pó de café velho
A qualidade e o frescor do café são características essenciais para o pretinho
ficar bom. Nada de usar um café que está aberto há semanas ou que foi comprado meses atrás. Sempre prefira comprar em pequenas quantidades e um café de boa qualidade.

3 – Não reaproveitarás o café
Em algumas casas, é comum reutilizar o resto de um café “velho”, que está na garrafa térmica há horas, colocando-o para aquecer e passando sobre um pouco de pó novo (virgem). Isso é conhecido como “recircular” o café. A bebida fica áspera e amarga, pode causar problemas de saúde (já que utiliza um café já oxidado) e a economia é mínima. Melhor fazer um café totalmente fresquinho.

4 – Não deixarás a água ferver
Se você utiliza água filtrada ou mineral, não há razão para aguardar ela ferver para dar início ao preparo do café. Logo que começar a apresentar borbulhas, já apague o fogo e comece a filtragem. Ao ferver, a água perde oxigênio, o que faz com que as características de sabor e aroma do café sejam modificadas.

5 – Não colocarás açúcar na água ou no pó de café
Tudo bem, sua avó e muitas pessoas em várias cidades desse brasilzão fazem isso desde sempre e dizem que é para facilitar. No entanto, além de mudar totalmente o sabor do café, adoçá-lo pode parecer descortês com quem gosta de apreciar a bebida sem açúcar ou a prefere com adoçante.

6 – Não jogarás rapidamente a água sobre o café
Nada de pressa ao preparar o coadinho. Comece molhando toda a superfície do pó no filtro, até que tudo fique úmido, e depois mantenha o fio de água lentamente no centro do filtro, assim você evitará que o café fique amargo.

7 – Não mexerás o café
Outro hábito bastante comum entre os brasileiros é dar uma mexidinha no café na hora em que a água está passando pelo pó. Ao fazer isso, estamos contribuindo para que os seus ricos aromas se percam.

8 – Não deixarás o café na garrafa térmica por horas
Após 20 minutos, o café preparado começa seu processo de oxidação. Por isso, o ideal é consumi-lo logo após o preparo. Quando armazenado na garrafa térmica, o café deve ser consumido até no máximo 1 hora depois de pronto. É importante lembrar que a higienização da garrafa deve ser frequente e utilizar água fervente. Os mais dedicados podem contar ainda com o auxílio de pastilhas especiais voltadas para esse uso, vendidas em lojas especializadas.

9 – Não deixarás o café na jarra da cafeteira elétrica por horas
É comum acontecer no escritório. O pessoal prepara o café, nem todos tomam e a bebida fica lá, na jarra descansando sobre a placa aquecedora. Depois de 20 minutos, o café já começa a ficar cozido e tenderá a ficar cada vez mais amargo, além de prejudicar a saúde.

10 – Não lavarás o coador e o filtro com detergente
Os utensílios utilizados para preparar e armazenar o café não devem ser lavados com sabão, mas apenas com água quente. O detergente costuma deixar resíduos químicos que interferem no sabor da bebida. Se você utiliza coador de pano, escalde-o antes e depois do uso e guarde apenas depois de totalmente seco, de preferência na geladeira.

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Salada Lyonnaise

8 de agosto de 2011
Adriana Cortez

Ingredientes:

4 xícaras de alface frisée, ou outra folha verde, rasgada, lavada e
escorrida
2 colheres de azeite extravirgem
200g de bacon ou pancetta em cubos
1 échalote picada ou 1 colher (sopa) de cebola roxa picada
3 colheres (sopa) de vinagre de cereja
1 colher (sopa) de mostarda de dijon
sal
4 ovos
pimenta-do-reino

Modo de preparo: Ponha a alface em uma vasilha grande. Aqueça o azeite numa frigideira a fogo médio. Quando esquentar, coloque o bacon e frite lentamente até ficar crocante, por cerca de 10 minutos. Acrescente a   echalote ou a cebola e frite até amaciar, por 1 minuto ou 2. Adicione vinagre e mostarda e mexa até começar a ferver. Apague o fogo. Enquanto isso, ferva água salgada (cerca de 2 cm de altura) em uma frigideira pequena e funda. Baixe o fogo para deixar a água apenas borbulhando. Quebre os ovos, um a um, numa vasilha rasa e faça-os deslizar na água borbulhante. Deixe cozinhar por 3 a 5 minutos, até a clara ficar firme e a gema, bem mole.

Fonte: Paladar- Estadão

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Quanto mais quente, melhor!

28 de julho de 2011
Adriana Cortez

 Se você é fã de pimenta e concorda com a frase “quanto mais quente melhor” vai se deliciar com a Bhut jolokia.         Conhecida também como pimenta fantasma ou simplesmente jolokia, é a nova mania gastronômica e a mais forte do mundo.

Criada há dez anos em Tezpur, na Índia, a jolokia é fruto do cruzamento das pimentas mais ardidas atraindo a atenção, as lágrimas e fortes emoções dos pimenteiros de plantão.  Agora a pergunta que não quer calar, por que um fruto que queima a boca faz tanto sucesso? A explicação de especialistas é: pimenta também vicia!

O efeito bombástico da pimenta começa na língua. Quando alguém morde uma pimenta, ela se rompe e libera a capsaicina, seu composto químico ativo mais importante. A substância estimula os receptores de calor, causando ondas de calor e suor, e de dor presentes em toda a língua. O cérebro interpreta esse ardor como se a língua tivesse sido queimada e estimula a produção de endorfina, resposável pela sensação de bem-estar.

No Brasil, não temos o costume de comer a pimenta em pasta como fazem os peruanos, aqui só em porções pequenas ou a conta gotas, frescas ouem conservas. Devidoa grandes regiões ensolaradas a pimenta nasce o ano todo, principalmenteem Minas Gerais, Goiás, Pará, Ceará, Bahia e São Paulo.

Agora super valorizada, com a ajuda da popularização dos pratos mexicanos e peruanos, a pimenta pode ser apreciada em muitos restaurantes. Falta apenas saber, você teria coragem de experimentar?